Padre Dário: Revelador da ternura do coração de Deus - Testemunhos

Padre Dário - Fundador

“O Padre era verdadeiramente “Pai”. Sempre tinha um sorriso para todos, queria tanto bem a suas filhas e ainda mais aos seus pobres que amava com muita ternura; eram as pupilas dos seus olhos. Ai! A quem os maltratava.
Varias vezes tive a oportunidade de dar um passeio com as crianças da colônia até Camburzano. Naqueles dias o Padre estava por lá. Estava doente. Aproximei-me com as crianças para cumprimentá-lo. Ele respondia ao comprimento com um sorriso e começava a chorar.
Estava sempre muito contente ao estar rodeado pelas crianças, as acariciava e abençoava. Ele queria tanto dizer alguma coisa mas não podia mais falar. As crianças, ao serem acariciadas, retribuíam as caricias. Parecia-me ver Jesus quando estava rodeado por elas e dizia: “Deixem que as crianças venham a mim”.

Irmã Giuditta Beretta

“Durante sua doença, quando eu ia a Vercelli, ele me recomendava ter caridade com os pobres. Dizia: “Quando você chega em casa deve dar uns trocados ao João. Sabe, os velhos viram crianças!”.

Irmã Fedele Fumagalli
 
“Quando fui destinada para o alojamento dos deficientes expressei meus temores ao Padre. Ele me admoestou e sempre me dirigia palavras de estimulo e encorajamento. Tinha uma bondade ilimitada.
Passava perto de cada um, os acariciava, rezava junto com eles e os abençoava. Sua presença me deixava serena e cheia de boa vontade em servir Cristo presente  nestes pequenos”.

Irmã Speranza Fantinato
 
“A caridade do Padre Fundador se manifestava em muitas oportunidades. Quero recordar que nos anos 1920, 21 e 22 éramos um grupo de noviças um tanto levadas. Conhecendo sua caridade nós abusávamos dela. Quando estávamos na lavanderia e víamos o Padre atravessando o pátio para ir visitar os “donos da casa”, logo corríamos a pedir-lhe o lanche, que habitualmente era pão duro. Ele, então, subia uma escadinha de madeira encostada à videira, e logo voltava com alguns cachinhos de uva que nos oferecia.
Também quando estávamos ajudando os pedreiros na construção da portaria e alguns anexos, esperávamos o momento em que estivesse só ele por ali e pedíamos para beber água e o Padre, bonzinho, respondia: “Não, água faz mal!”. E buscava alguma fruta, na arvore do pátio, em geral peras, e nos dava”.

Irmã Redenta Dotta

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