Padre Dário e Madre Eusébia: Nossos intercessores junto a Deus - Testemunhos

“Em 1947 encontrei uma pessoa respeitável. Confidenciando, me disse: “Quando vejo uma das Filhas de Santo Eusébio sofro”. Perguntei: “por que?”. Ela respondeu: “Porque no inicio eu não conhecia us Fundadores e persegui, como outros, a congregação. Depois quando eu conheci não sabia como reparar o mal feito. Eram almas prediletas, jamais se revoltaram, tinham morrido a si mesmo”.
Em 1958 tive a oportunidade de falar com o bom padre Amedeo Ruscetta. Perguntei porque nossos Fundadores não são ainda servos de Deus.Ele respondeu: “Irmã, conheci-os antes de você. Eu não os faria servos de Deus, eu os faria santos. Eles foram perseguidos de todos os modos. Mais eram perseguidos e tanto mais faziam o bem. E diziam: “São os nossos benfeitores”.
Contou-me muitas coisas. Enquanto falava não pude conter as lagrimas”.
Irmã Brigida Bertacchi
 
“Em setembro de 1046 contraí tifo. Estava no fim, segundo os médicos. Todos os órgãos estavam afetados. Ninguém sabia ao que fazer. Eu vomitava sem arar e cheguei a vomitar fezes. Surgiu uma hemorragia interna. Tinha uma intoxicação geral. Eu sabia que estava muito mal. A 1º de outubro comecei uma novena aos nossos Fundadores. No 6º dia veio visitar-me a Madre Geral, Irmã Agnese  Bezzi, com sua secretaria e Irmã Olímpia.  A Madre me preparou para o paraíso... A palavra “morte” era dura de aceitar, tamanha era a confiança que tinha nos Fundadores. Com certeza levantei a cabeça e disse à Madre: “Eu não vou morrer. Eu sinto isso, ainda não chegou a minha ora”. Era o oitavo dia da novena e atribuo a eles a graça recebida.
Médicos, professores, enfermeiras e irmãs ficaram maravilhados. Eles também constataram que minha cura era uma graça de Deus”.

Irmã Gioconda Crippa
 
“Em 1941 tive ocasião de ir, pela primeira vez, ao ambulatório das Irmãs, coisa que faço ainda hoje. Quanto sofrimento físico nestes oitos anos. Todos os dias as boas irmãs tinham palavras de conforto, e, graças a Deus, a fé e a resignação jamais faltaram.
Tudo era suportável com a ajudada graça de Deus, mesmo a miséria, mas eu estava oprimida por uma cruz moral que me impedia de sanar-me: a infidelidade de meu marido, até então afeiçoado a mim e a toda família.
Um dia tive a graça de falar com a Madre e com Irmã Daria. Confiei-lhes meus sofrimentos. Me animaram e fizeram rezar três Pai-osso, Ave Maria e Gloria, pela intercessão de Madre Eusebia e Padre Dário. Após alguns meses a alegria voltou à minha família. Continuo a sofrer fisicamente, mas estou feliz, graças aos Fundadores aos quais serei reconhecida, na espera de que sejam glorificados”.

Maria Cerri
 
“Eu, abaixo assinado, José Bilingui, nascido a 14 de dezembro de 1902, in Piacenza e residente em Andora, declaro que em 1949, a 2 de dezembro, fui atropelado por um automóvel na Via Aurelia, em Alassio, quando voltava da visita a uma sobrinha. Quebrei as pernas, perdi os dentes e tive um principio de comoção cerebral. Perdi a vista.
Fui levado ao hospital de Alassio. As irmãs de Andora, Irmã Cristina e Irmã Isidora, vinham me visitar porque eu era um amigo e benfeitor. A Irmã Isidora deveria renovar os votos a 16 de dezembro,e eu, aproveitando a visita da véspera, me recomendei em suas orações aos santos fundadores. No dia seguinte eu deveria sofrer uma injeção lombar para verificar se havia sangue no cérebro, porque a cabeça doía muito.
Certamente foi uma graça porque naquele exato dia, 16 de dezembro, a dor de cabeça sumiu, junto com a febre e me senti melhor tanto que, três dias depois, deixei o hospital e voltei aos meus afazeres.
Devo ser grato às irmãs que elevaram suas orações aos grandes fundadores do Pio Instituto de Santo Eusébio, os quais acataram as orações de suas filhas e com sua poderosa intercessão obtiveram de Deus esta grande graça.Declaro ser tudo isto verdade”.
José Bilingui

“Toda a comunidade se pôs a invocar os nossos Fundadores pela conversão de um doente que há trinta anos não praticava a religião e não queria saber dos sacramentos. Com a oração perseverante e uma inabalável confiança, conseguimos a graça desejada. Por fim, ele próprio pediu os sacramentos dizendo que queria morrer como cristão.
Uma outra graça foi alcançada. A Irmã Fausta estava di cama há quinze dias com uma crise pulmonar. O professor Cecchini falava de uma operação. Rezamos aos Fundadores e mandamos celebrar uma missa em louvor deles. Nossa oração foi ouvida e a cirurgia foi evitada. A irmã foi curada”.

Irmã Francesca – Irmã Fausta – Irmã Martina


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